Para Juliana Dacoregio
- Cada perda implica numa atitude. Um monge tibetano dos mais cultos, humildes e amorosos sofreu com o exílio e sua prática aumentou significativamente depois disso, encontrando um contentamento maior que antes;
- Busca-se serenidade, alegria tranquila e sabedoria;
- “o que há de importante em ser normal?”;
- O dharma é como um medicamento, ajuda a interromper comportamentos e atitudes habiuais que impedem a capacidade da mente de se curar. É o caminho.
- Lazer significa tempo para respirar o presente. É um dos maiores benefícios da civilização;
- Lazer e oportunidade – significa: tempo e motivação. Essenciais;
- O poder da compaixão está além do sofrimento pessoal e focaliza as soluções;
- Qualquer situação que dependa de condições, passará. Devemos prestar atenção aos fenômenos mentais, em vez de nos agarrarmos a eles – Desapego;
- O medo é um método muito eficaz de persuasão (muito utilizado nas religiões) – mas, lembre-se, é melhor conhecer do que temer (a morte).
- A raiva é um complemento natural ao apego, e frequentemente resulta em agressões;
- “Aqueles que desejam escapar do sofrimento se apressam indo em direção a ela. Pelo próprio desejo de felicidade, pela ilusão, eles destroem a pópria felicidade como se ela fosse um inimigo”;
- Devemos desenvolver a habilidade de atenção para permanecer fora do vórtice dos pensamentos e emoções aflitivas – plastificação da mente;
- Os três atos perniciosos do corpo: 1) morte intencional, 2) Roubo, 3) Má conduta sexual;
- Os quatro atos perniciosos da fala – nada no mundo é mais rápido que a mente, em segundo vem a fala: 1) Sarcasmo (uma arma mais perigosa que um soco no queixo), 2) Mentira, 3)Calúnia, 4) Conversa ociosa (a fala motivada por aflições mentais, como o apego, a raiva, a inveja, o orgulho e a ilusão – a vulga fofoca);
- Os três atos perniciosos da mente: 1) Malícia (a intenção de causar dano); Inveja, 3) Falsas visões;
- A falsa visão é a mais perniciosa das não-virtudes e refere-se a conceitos errados sobre a natureza da humanidade. Um exemplo da falsa visão é acreditar que as ações não tem consequências morais;
- Seu efeito é similar à sua causa;
- Quanto maior sua inteligência, compreensão e sabedoria, maior é o impacto que suas ações exercem – confesso que eu me achei depois que li isso! Sim, assumo que ainda tenho muito o que evoluir;
- Poderes reparadores: 1) Remorso, 2) Confiança, 3) Resolução (afastar-se da má conduta), 4) Purificação;
Fonte: Budismo com Atitude, B. Alan Wallace. Ph. D.
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