Há dez dias estou doente. Primeiro o piriri, depois, a gripe.
Ainda acho que tudo teve fundo emocional, e agora que está tudo melhorzinho, eu estou melhorzinha também, depois de ter perdido um quilo pela privada, trago comigo uma voz rouca e uma meia-surdez – aqui em Belém diz-se “meio-moco” – e um tantinho fanha.
A boa aquisição foi que, no dia em que descansei (nos dez dias de doença, eu só faltei três dias), eu fucei o orkut (depois de ter-me orkuticidado duas vezes em apenas uma semana) e acabei achando duas coisas interessantíssimas.
Uma é altamente comentável. Tal de O Teatro Mágico, banda de músicas altamente poéticas que fazem um show teatral lindo. Estou apaixonada por essas músicas e juro que caso com o primeiro que me cantar Menina, sinceramente, com o violão e o olhar patognomônicos de homem-que-ama.
A outra não é comentável, muito menos recomendável, mas altamente interessante ;).
E, às duas, eu devo à minha amiga Anna que escreveu, certa vez, sobre uma música deles, Ana e o Mar, que foi a primeira pela qual me apaixonei. Primeira de várias, já que Na Varanda, Cuida de Mim e O Anjo Mais Velho também fazem parte das preferidas.
“Só enquanto eu respirar,
Vou me lembrar de você.
Só enquanto eu respirar…”
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