Hoje aconteceu uma coisa muito chata. Até deu tempo de eu ficar triste, chorar um cadinho, mas enfim, depois fui trabalhar e tudo melhorou. Até a aula de francês foi mais divertida com a professora nova. E, por um tempo, eu esqueci a coisa chata q havia ocorrido.
É quando lembro, dói. Mas quando esqueço, nem sinto. Então é assim… treinar o cérebro. Pensar nas coisas boas, e – não esquecer, mas – não se importar com as ruins. Existem, estão aí, mostrando a cara, rebolando a bunda, fazendo besteira… mas e daí? Eu vou me incomodar com isso?
Bah, é melhor ser feliz e pronto. E as pessoas se incomodam com você ou elas te incomodam, afaste-se. Não fique reclamando!
Ao chegar em casa e abrir o meu e-mail, recebi uns slides muito legais… sobre o homem mais feliz do mundo. E, sabe, veio bem a calhar… (Nil, você sempre acerta!) Era sobre isso que eu estava pensando.
Para quê remoer ressentimentos se é mais prático deixar pra lá?
Tudo o que tiver que ser, será… já dizia Xuxa.
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Às vezes eu penso que é o sofrimento do passado que não nos deixa viver a felicidade do presente. Uma decepção amorosa, um lugar no qual você não foi bem tratado, uma flor com espinhos acabam fazendo as pessoas fecharem seu coração e sua mente com medo de sofrer ou sentir-se mal outra vez. O que passou, passou! Sempre temos que estar abertos para novas experiências. Ame, sonhe, viva, dance, cante e, se não der certo, tente de novo. Afinal, a felicidade pode estar à sua frente.
Quem bom que eu acertei. O site tb me fez muito bem.
bjs saudosos, ma petite cherie
nil
[...] de amigos, filosofia, budismo e até livros de auto-ajuda. Quando eu li Matthieu Ricard, sobre a plastificação da mente, muitas luzes se [...]
[...] escrevi aqui sobre a plastificação da mente. E o básico que se deve aprender é evitar o sofrimento. Desviar o pensamento dos pensamentos [...]