É muito fácil acusar alguém. Você vê uma parte da história, interpreta como quer e aponta o dedo… É fácil, é reativo, é impulsivo, quase irresistível.
O acusado, depois do baque. Sim, um baque; e quanto maior a admiração do acusado pelo acusador, É MAIOR O BAQUE. Dói, fere e deixa cicatrizes.
Depois que vê a história como um todo, o acusador pede desculpas. Mas a cicatriz, lá ficou, como prova. O engraçado é que o acusador, culpado, ainda pede: “por favor, esconda-a. Ninguém precisa saber disso…”.
Mas não pensou nas consequências quando viu a história pela metade e apontou o dedo para alguém inocente que só queria ajudar, divulgar, participar da melhor forma.
O mundo é injusto. As pessoas são injustas.
Mas nem todo mundo é culpado. Na verdade, a maioria não é.







