Falemos de hipocrisia

Eu queria viver num mundo onde o “abraço” seja a língua que todos falam.
E por que é que você não me abraça forte?

Tu és responsável por aquilo que cativas.
E porque você deixou com que eu voltasse para casa prendendo o choro escondido por detrás dos óculos escuros? Por que não tiraste os meus óculos e não miraste os meus olhos vermelhos envergonhados?

Eu sou passional.
Porém é preciso racionalizar. “As coisas não são assim”.

Eu não gosto dela. Gosto do jeito dela.
Adoro você.
Mas não te quero por perto. Prefiro você longe, atrás da tela.

É mais seguro.

Esqueça seu presente em sua cidade. Não gosto de presentes.
O bombom é bom. Principalmente o salgado misturado com doce.

Há um jeito que eu fale as coisas sem que elas sejam por você distorcidas?

SIM:

Fique calado. Sorria. Abra os braços. Mande-me poesias. Recados de boa noite e ao acordar, de bom dia.

Poupe-me de comparações. Nunca quis ser tua amiga e não serei.

Eu sou assim. Eu me afasto. Se eu não é como almejo, eu apenas jogo fora. Se o leite não está quente, se a capiroska está forte, se a batata não assou: eu jogo fora.

Eu quero leite quente, caipiroska leve, batata assada macia.
Se não for assim: eu não quero!

Eu quero sorrisos e abraços. Se quiser frieza, eu abro a geladeira.
Se quiser palavras, eu abro um livro, ou um blog…

Atitudes valem muito mais do que

palavras.

Aprenda isso.

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