Sobre mim – Por Gustavo Lopes

Depoimento deixado por meu Guru, em meados de 2005.

Jazz recusa-se a ser burra, falsa ou vulgar. Tal fato provoca reações agressivas por parte de alguns indivíduos, o que pode ser bastante perigoso, mas tem seu lado divertido. Seria legal da parte dela tentar fazer deles bons amiguinhos, mas Jazz, devo dizer, não é uma mulher boazinha.

Ela é melhor.

Jazz não se detém nos meios-tons. Se tu, leitor, pensas que ela te ama, engana-te. Ela TE AMA – assim, com todas as letras maiúsculas, e é bom lembrar que isso vale também para sentimentos menos doces. É também um engano achar que se pode prevê-la. Conviver com Jazz é como navegar num cânion: nunca enxergamos muito além, e quando esperamos outra parede de rocha já nos vemos no oceano.

Como o depoimento passado, este também acabou no mar. Isso deve significar alguma coisa, embora eu não saiba exatamente o que. Talvez ela, como o mar, seja para sempre insondável em sua verdadeira profundidade, a um só tempo temível, fascinante e cálida como o canto das sereias.

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