Palavras Paulistanas

A verdade é que por aqui o clima é ameno, no entanto, como boa moradora da região equatorial, eu sinto frio. Nas mãos e nas pontas do nariz e tenho que agir como se não estivesse sentindo nada disso, afinal, ainda há pessoas andando de chinelos e bermuda na rua, como se estivesse um calor danado.
Depois de passar dez dias no hotel com um casal de amigos, atualmente estou na casa onde uma tia está temporariamente hospedada com uma prima. Ela cuida de mim como se eu tivesse quatro anos e só falta me pedir pra dar as mãos ao atravessar a rua. Isso é fofo, mas um tanto constrangedor 🙂
Em São Paulo, consegui encontrar a maioria das pessoas que eu esperava dar um abraço. Marie, Aline, as meninas da residência que vieram aqui para fazer provas. Não consegui ir ao show do Márvio e amanhã, espero dar um abraço na Marisa, cantora dA Euterpia, que fará um show no Coppolla, amanhã.
Nos primeiros dias, aproveitei para fazer as compras de Natal, coisinhas para o meu laptop novo e muitos presentinhos para mim ^^.
Saí apenas uma vez para uma baladinha no Alto do Ipiranga: um bar chamado Stones, onde tocava a banda AI 5, com uns tiozões tocando rock como Aerosmith, Bon Jovi e Linkin Park.
Conheci o lindo Mercado Municipal Paulistano, e lá comi uma bruschetta (ô, nome feio) de quatro queijos enorme (guardei o resto para o jantar, sério!). Ainda lá, comprei umas lembrancinhas para o pessoal do trabalho e ainda consegui comprar um artigo de parede para a minha mãe.
Aqui o suco de morango parece um milk-shake e as mulheres não temem em andar de salto nas (malditas) pedrinhas portuguesas da maioria das calçadas. Sem falar que as pessoas estão sempre com muita pressa, principalmente ao pegar o metrô.
Para fazer compras MUITO baratas, eu recomendo o Brás, onde compra-se muita coisa e a preço de banana. Outro lugar muito bom para fazer compras é a R. José Paulino e transversais. O único porém é o fato da maioria das lojas vender em atacado e não permitir que experimentemos as roupas…
Para comprar produtos eletrônicos, vá em Santa Efigênia, que fica bem pertinho da 25 de março, onde se vende de tudo, mas é uma verdadeira bagunça.
Em São Paulo, um GPS é sempre bem-vindo, mas o Google Maps já ajuda 😉

6 pensamentos sobre “Palavras Paulistanas

  1. São Paulo é o melhor contraste que pode existir: O inferno e o paraiso!

    Bem descrito seu trajeto!

    E desculpe a invasão…Beijos!

  2. Pelo que vi, você adorou sampa! =)

    Que bom…

    Também reparei que as pessoas andam com muita pressa por lá…nossa senhora! As coisas aqui no sul não são assim….

  3. É gente pra dedéu no centrão velho…
    Um corre-corre danado. Quando estou estressado, penso em me mudar para o interior, mas acho que não me acostumarei ficar longe dessa cidade “maluca”.

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