Cada um na sua “vibe”

Good Vibrations…

As vibrações são boas, mas cada um tem a sua. Eu estou namorando. Sim, depois de muito fugir e sem aquele lance chato de cobranças, o que eu posso, o que você pode, o que não podemos. Sem tantas regras e tal. Contanto que se preserve o respeito… e etc.

Com uma amiga solteira recém chegada do exílio e com outra recém separada. Elas ainda não se conhecem e estão naquela vibe-solteira de sair à noite em todos os fins de semana.

Querendo ou não, sair à noite é ir à caça. Você escolhe uma roupa que te valorize ou aquela em que você se sinta com o poder. Sai rebolativa com um batom marcante, em um andar imponente e descontraído. Perfume sensual e rímel exagerado para compor a noite que será perfeita. Você vai beber, rir com as amigas e, quem sabe, encontrar alguém especial. Ou o contrário.

Só que, quando você já está com um coração tranquilo, e feliz por mantê-lo preso (eis um dos paradoxos do amor), o corpo pede descanso à noite. A música alta incomoda e todos aqueles gestos exagerados da noite parecem um tanto ridículos ao seu ver. Ficaria feliz se a música estivesse em lounge, e a conversa fosse sobre qualquer coisa que não “homens”.

Daria um dedo mindinho para sair com alguém que falasse sobre artes, dinheiro e estratégias de como dominar o mundo, mas eu não estou mais na vibe de responder a um “ai, amiga, ele está olhando, como é que eu tô?”. Talvez nem seja só pelo fato de eu já ter alguém, mas também diminuí bastante as minhas saídas depois que comecei a dedicar mais ao treino à dança e ao Muay Thai. Corpo cansado pede repouso à noite… e talvez, por causa desse descaso mesmo, eu tenha me rendido ao amor e assumido o meu romance nada convencional.

Hoje em dia, minha desculpa é: não adianta sair e querer voltar cedo. Sentar enquanto o mundo dança ainda nas primeiras horas da noite. E ter que fazer o gatinho acreditar que você, realmente, tem um namorado mesmo estando na balada… Cansa, viu?

Prefiro festinhas de aniversário, carnaval da academia, confraternizações, onde posso sentar, conversar e rir – sem ter aquela obrigação de fazer pose, jogar cabelo e rebolar. =D E ansiosa para o encontro gastronômico na casa de uma amiga que fez um ano de casamento agora!

Tô numa vibe “feliz! E daí? ME DEIXA!”, ou como diria a Lau: “você tá chata“.
Tô. MAS FELIZ!

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