Flanelinhas: os donos da rua

Hoje demorei meia hora para estacionar o carro no trabalho. Isso  porque meu trabalho não possui estacionamento próprio. Somos obrigados a estacionar na rua.

Fora isso, o flanelinha responsável pela rua da frente é um nojento. Alguns idiotas dão a chave pra ele e ele estaciona os carros para que ocupem duas vagas e só tira para clientes dele. E como eu NÃO sou uma dessas, que sustenta VAGABUNDO (porque, desculpem, isso não é uma profissão. A rua não é deles e eles NÃO reparam o carro), fico sem as melhores vagas.

Classifico esse “subemprego” como EXTORSÃO. Ou você paga, ou eles riscam o seu carro. É assim mesmo! E agora que eles tem um sindicato (fala sério!) se acham no direito de cobrar O QUANTO QUISEREM.

Um adendo: não somos obrigados. Pagamos se quisermos e quanto quisermos. E isso de eles colocarem cones nas ruas, ou estacionarem carros como bem entendem é um desrespeito!

O que podemos fazer? Nossa… se as autoridades funcionassem, seria uma coisa, mas eu moro no Brasil. O que posso fazer é desabafar no blog.

Triste.

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Um pensamento sobre “Flanelinhas: os donos da rua

  1. …minha proposta é sempre “dar” o mínimo, em Santos dava R$ 0,50, em São Paulo dava R$ 5,00 e em Fortaleza não passo de R$ 0,25…
    …na praça onde ficava meu emprego em Santos, eu logo dizia que era o dono do lugar (que chegara primeiro) e que como era bonzinho ía deixar ele continuar a “trabalhar” ali desde que não me incomodasse…
    …obs: meus carros custam bem menos que apartamentos…

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