Oi, Eu sou a Jazz!

Nasci em 1981, fiz 30 anos em 17 de janeiro, comemorei com dois jantares reunindo família e amigos. Comi meu prato preferido: filé ao molho de cupuaçu com risoto de castanha do Pará. Este prato se equipara às ostras gratinadas do Armazém Vieira, ao pato no tucupi e a uma noite de rodízio de sushi (faltou avisar que este texto não terá nexo algum, nem objetivo).

Hoje recebi um e-mail enviado por mim mesma em 2008, pelo Future.Me, e qual não foi minha surpresa de saber que minha vida hoje está exatamente igual à de três anos atrás!  A mensagem era curta, direta e resumia a minha situação da época – mesmíssima de agora.

Fico me perguntando quando e se  minha vida um dia vai mudar. Isso depende muito de mim. Dizem: “cuidem do seu jardim” e é só isso memso o que eu faço.

Em 2008 eu terminei a residência e emagreci. Comecei a viajar – SOZINHA. Conheci Brasília, São Paulo, Natal, Florianópolis, Salvador, Curitiba, Recife. Conheci muita gente, gostei de alguns garotos. Muitas histórias CURTAS para contar. Fiz novos amigos,  abandonei antigos, mantive poucos. Esse meu desapego…

Em 2009, fiz uma viagem de navio que durou 23 dias, fazendo atendimento pediátrico à população ribeirinha do interior do Estado. Conheci Santarém (e Alter-do-Chão), Juruti, Oeiras do Pará, Gurupá. Quase fui expulsa do navio na metade da viagem e ainda fui eleita a “musa” pelos marinheiros. Foi muito divertido!

Em 2010, voltei a dançar. Fiz três apresentações no palco, uma no teatro, uma em um clube e outra num colégio. Aprendi a dançar no salão (e a fazer todos aqueles craqueados divinos que nunca imaginei que pudesse aprender), fiz Pilates, Muay Thai, Gyrokinesis (algo que nunca tinha ouvido falar antes), alongamento, yôga. Consegui um corpo bom.

Fui levada a um Centro Espírita e comecei a estudar. Hoje acredito em “vida após a vida” e não tenho mais tanto medo de morrer. Pelo contrário, por vezes, quando me vejo na “mesmice”, queria logo que o mundo acabasse mesmo, para eu saber como é do outro lado, seja para qual lado eu for! Depois de ver o sofrimento de perto, de fazer tudo para minimizá-lo e não conseguir, tornei-me um pouco mais “aceitadora” sobre o destino.

A gente tenta escrever um novo final para a nossa história e acaba mudando o mundo… mesmo que a nossa história tenha o fim que não queríamos.

Cuidei do meu jardim. Evoluí. Consegui amigos leais e inimigos nada medíocres, porém já quero que algo em minha vida MUDE. Eu já sei exatamente o que eu quero… só falta conseguir!

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