Um Texto sem Pé. Nem cabeça.

Pagando pra Ver

Acho que todo mundo com mais de vinte e cinco já foi vítima de alguma fofoca. Pesadas ou não, há sempre uma consequência depois disso. A pessoa leva anos para construir uma reputação e outra leva segundos para inventar uma fofoca e destruí-la.

Tem gente que muda de emprego, cidade, de vida, foge. Tem gente que enfrenta. E há os diferentes.

Os diferentes são aqueles que sequer ligaram para o que estava sendo dito. Alguns até ouviram, acreditaram, mas depois pagaram pra ver se era mesmo verdade. Apostaram. Apenas os corajosos com personalidade suficiente para encarar e tirar suas próprias conclusões e não seguir o efeito manada. Se ninguém gosta, não sou eu que vou gostar.

É compreensível até, certas posições. Ser aceito em um grupo pode ter a ver com as escolhas também. Os mais inseguros se rendem à maioria com medo de serem excluídos. É o caso do careta começar a beber cerveja – que ele odeia o gosto – só porque todos os amigos bebem. Ou não se aproximar de tal pessoa só porque “ela é falsa, ela fez o mal, ela isso, ela aquilo”.

Este texto fala de um passado. Todo mundo tem um. E preocupa-se com o futuro. Todo mundo espera ter um. E o que importa? O hoje, o presente.

Quando viajei de navio em 2008 e decidi conversar com todo mundo para saber como tinham ido parar na Marinha, entendi o ponto de vista de cada um e até porque eles agiam assim e assado. E quando se conhece a história de alguém, ouvindo o protagonista da mesma, é mais fácil chegar como um personagem novo em sua vida, e assumir esse papel de novato na história é um bom começo para se destacar nela.

As Coisas que nos Transformam Nunca São Simples

Eu acabei de assumir esse papel de novata em uma vida. Com certeza, outros personagens irão querer que eu apenas faça uma participação especial. Mas sou dessas, que entra para escrever a história e aumentar o ibope. Quem sabe dar uma reviravolta no roteiro? Mas isso depende se haverá essa oportunidade. Senão, é rumar para outra novela…

Post de agradecimento para Scá, Renato Pontes, Alice Morango e Allan Malaquias.

2 pensamentos sobre “Um Texto sem Pé. Nem cabeça.

  1. A vida é uma ponte que liga o ontem ao possível amanhã. E sempre estaremos em cima dela. andando para algum lugar e deixando para trás o que se foi. O rastro fica, mas a ponte é uma construção constante.
    Aproveite sua ponte e seja feliz olhando para o que tem a frente.😀
    Bjs

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