O Tarô Mitológico

Sempre fui considerada uma Believer (evitando a palavra “crente”). Então sempre fui muito ligada ao esoterismo, ao tarô, à quiromancia e a tudo o que corresponde as “ciências” ocultas.

Por conta disso e de ter uma linha da vida que termina no meio da mão, sempre tive a certeza de que morreria bem jovem e vivia com medo de morrer sem fazer um monte de coisa que queria. Talvez isso possa ter sido agravante de toda impulsividade de minha juventude e de tanta ansiedade que carrego até hoje – lógico que outros fatores mais importantes como a infância, tiveram um peso significativo nisso.

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Como antes, continuo acreditando em tudo. E ontem, pedi a uma nova amiga que é taróloga, para tirar o tarô. Ela me apresentou ao Tarô Mitológico que eu ainda não conhecia.

A SacerdotisaA carta que me representou foi A Sacerdotisa. Ela é uma mulher exigente nas relações conjugais. Ou tem tudo, ou prefere o nada.

Gostei muito dessa descrição que li no Clube do Tarô:

A Alta Sacerdotisa pode estar grávida, mas não teve ainda seu filho; podemos até dizer que seu amor e compreensão amorosa não estão dirigidos a um único ser, mas é impregnado de um caráter universal e incondicional.

Gostei muito de ser representada por esta carta que indica sensibilidade, ligação do consciente e do inconsciente e compaixão.

3 de Copas

O três de copas indica sucesso na minha busca. O presente que chega, de repente e inesperadamente. O Eros se ferindo com sua flecha e se apaixonando por Psiquê, no momento em que iria flechá-la por ordem da invejosa Afrodite.

Embora o desfecho seja feliz, não será agora. Então, até lá, há muita água pra rolar. Terei muitos caminhos legais para escolher.

Essa carta foi muito importante para que eu me tranquilizasse e finalmente, exercesse a paciência que tanto preciso. De tanto buscar o que pretendo, acabo não aproveitando as boas surpresas que o caminho me oferece. E como a resolução do meu “problema” deve demorar um pouco: de um a dois anos – então até lá, há muitas aventuras e histórias para contar que poderão ser benéficas pra mim.

A taróloga até mencionou um trecho da música dos Titãs:

O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído.

É como eu mencionei, ontem no centro:

Plante e regue. Ver a plantinha crescer também é legal! A árvore e os frutos virão em sequência, mas o importante é cuidar bem da plantinha. Regar e acompanhar seu crescimento também é legal!.

Dica de filme para exemplificar a importância do meio e não o do fim: UP!

Alguns conselhos importantíssimos surgiram: ser mais discreta, principalmente em relação aos meus sonhos particulares. Ninguém precisa saber de toda a minha vida. Podemos ser sinceros, honestos e também discretos.

Lembrando que no reino dos céus, não existe a palavra privilégio. Eu posso ter o futuro que quiser, basta trabalhar muito no presente.

O Louco

O Louco saiu como conselho para a cura de uma dor que ainda existe em mim. Ser mais inconsequente pode cicatrizar o que ficou mal resolvido. Relaxar e gozar, como dizem por aí. O que passou, passou, melhor deixar pra lá. E o que aconteceu foi minha escolha, e foi uma escolha sábia! Não é preciso ficar lamentando, não!

A minha vida é regada a movimento e emoção. A rotina, o “mais do mesmo” me entedia facilmente e eu preciso sempre de aventuras.

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A leitura das cartas acalentou muito esse coraçãozinho que “bate sem saber que meu peito é uma porta que ninguém vai atender”.
Ou vai! Agora é só esperar!

Um pensamento sobre “O Tarô Mitológico

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