Eu Hoje

Leia ouvindo Doce Solidão, do Marcelo Camelo.

 

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Uma jovem senhora de trinta e três, usando trancinhas ondulando o cabelo, talvez para sair mais tarde. Solteira. Sem filhos. Mora só com Floriano, o gato.

Domingo de folga de tudo e de todos. Reorganização. Dia de beleza, tudo junto. Instrospecção. Quem diria, geraria um texto?

Algumas palavras com o coach. Palestras motivacionais. É o que curto fazer quando não estou praticando esportes. Sem treino. Professor de circo dando pausa para recuperar a saúde. E eu dando uma pausa em tudo para reorganizar a alma.

Surpresas acontecem. Pessoas amigas ressurgem. Sincronicidades. Vibrando em outro tom. Muda você, muda tudo ao redor. Recebi boas notícias. De todos, sem exceção. Mesmo do amigo que só reclama de tudo. Disse-me que estava bem. ÓTIMO!

Talvez quando paramos de pensar no que gostaríamos que acontecesse e aceitamos exatamente aquilo que está acontecendo, o mundo muda completamente e multiplica aquilo que você tem e é grata por isso.

Talvez a gente só precise encarar a solidão como algo construtivo e não como um problema de vida a ser resolvido. Quando se pensa muito em um problema, não ajuda com que ele se resolva. Se você não pode resolvê-lo, aceite-o. Abrace-o. Agradeça por ele. Enfim, ele se desmancha.

Funcionou hoje comigo. Talvez funcione pra você também.

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