Uma Carta e Uma Canção

Não te sei. Porém sei o que sinto porque existes em minha vida. Quando apareces, respiro aliviada porque alguém quer saber de mim. Das minhas ideias, meus conhecimentos. A maioria das pessoas se contenta com a capa e tu me deixas mostrar as entrelinhas. Pouco perguntas, isso me agonia.

Sou agoniada. Sempre com o sorriso no rosto, para esconder minha pseudo timidez – que só tu és capaz de despertar – pois não sei agir contigo. Tento ser espontânea, mas é mais fácil com os outros.

Eu me arrisco, me arisco, e escrevo. Vai que (não) lês.

Brinco-te. Assusto-te. Repreendo-me. É tanto sentimento contraditório de vai-não-vai. O coração diz pra eu saltar. O cérebro alerta para possíveis falhas no equipamento. Pára-quedas é sempre um risco.

Não terei medo se vieres comigo. Juntos o único perigo seria nos separarmos, e isso – será inevitável, um dia.

Diz um sim e vou me autorizar a gostar de ti como eu quero gostar. Estou me prendendo a convenções, pois não temos um futuro convencional. Não estarei contigo o tempo todo, e estarás comigo apenas nesta quarta dimensão que nos aproximou. Ondas eletromagnéticas que levam minha boa energia e trazem o teu dom de me fazer sorrir.

Tenho o dom de atropelar fases. E desastrar meus amores. Contigo, tenho tanto cuidado…

Vem comigo?

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